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O uso compulsivo das redes sociais: Jovens que ficam conectados o tempo todo no convívio social


Muita gente imagina que os comportamentos compulsivos estão apenas associados às drogas como álcool, maconha, cocaína e nicotina. De fato, dependentes de droga manifestam esse tipo de comportamento, mas a compulsão não está relacionada exclusivamente com o uso de substâncias químicas, ela pode estar ligada a outras situações que provocam prazer, como passar horas em frente do computador. A juventude vem criando uma dependência muito forte do uso das redes sociais, assim esse avanço tecnológico tem isolado muitos jovens da vida social. É comum observarmos jovens e adolescentes com distanciamento de contato físico entre os familiares e amigos, já que agora, esse contato é feito por meio de celulares, tablets, computadores etc.

“ Segundo dados da União Internacional das Telecomunicações, órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 3,2 bilhões de pessoas no mundo estão conectadas às redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp, Linkedin), principalmente em países desenvolvidos. No Brasil, dados do IBGE mostram que a metade dos brasileiros estão conectados à internet. Desse grupo, os jovens são os que mais se comunicam, atualizando as redes compartilhando conteúdos e tirando e enviando “selfies”, passando, assim, a maioria do seu tempo conectados. “ (g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/05/mundo-tem-32-milhões-de-pessoas-conectadas-internet-diz-uit.html)

Esse excesso de permanência na internet pode se tornar um vício trazendo prejuízos que geralmente surgem quando valorizamos mais uma coisa e esquecemos da  outra, como por exemplo: Se comunicar verbalmente com familiares ou talvez aproximar-se mais de sua rede de amigos. Normalmente, comportamentos desse tipo nos levam à depressão e, por isso, devemos nos prevenir.

“Um estudo apresentado em conferência da Sociedade Britânica de Psicologia com 460 adolescentes de uma escola na Escócia mostrou que a partir dos 11 anos as crianças já ficam tempo demais nas redes sociais e acabam dormindo cada vez menos, tudo isso preocupa no desenvolvimento e na interação desse individuo com a sociedade. “ (epoca.globo.com/colunas-e-blogs/cristiane-segatto/noticia/2015/09/jovens-que-levam-o-celular-para-cama-nao-estao-dormindo-bem.html)

A maioria dos jovens que são “dependentes” dessas tecnologias tem se isolado da vida social e estão preferindo viver constantemente no mundo paralelo solitário, eles não disponibilizam tempo para sair com os amigos, sentar-se à mesa junto com a família, ir ao shopping, ao cinema, ao teatro ou realizar qualquer outro tipo de atividade social. Tudo que o ser humano preservou como princípios de conhecimentos para a vida, não está sendo válido para esta geração, que prefere se conectar ao invés de aproveitar realmente seu tempo. Essa vida é passageira, mas mesmo assim eles se sentem melhores quando estão no ciber mundo. 

“A dependência da internet, segundo Pablo de Assis (Psicólogo entrevistado pelo site tecmundo.com.br), deveria ser tratada como qualquer outra forma de dependência.” (tecmundo.com.br/internet/3970-tratamentos-para-vicio-em-internet.htm)

A partir do momento que essa crença é identificada, você pode trabalhar estratégias para modificá-la, umas delas é a criação de novos hábitos como reunir-se periodicamente com os amigos. Dessa forma, modificará os pensamentos e, consequentemente, o comportamento como achar que a internet é o ponto central de tudo e que não se pode viver sem ela.

É difícil conhecer alguém que nunca se desconecta da internet, que fica vigiando as redes sociais em celulares e tablets a cada dois minutos. Que pode até deixar de fazer atividades no mundo físico para não deixar passar nada do mundo virtual. Mas o perigo com o uso da internet existe quando o usuário passa tempo demais na frente do computador, preso às atualizações. O problema sempre está no exagero, tudo que é exagero é prejudicial.  

O uso excessivo da Internet vem moldando a sociedade de uma forma cada vez mais individualista, é possível utilizar a internet de uma maneira saudável, basta saber os seus limites. Pois temos muitos exemplos de que exagerado demais no futuro se torna algo incontrolável, as pessoas preferem não mais ter um contato físico para conhecer o próximo, acreditam que se adicionarem ”um amigo” ao seu grupo da rede social vão estar mais ligadas a esta pessoa, poderão saber tudo sobre ela, entretanto o contato fica tão "artificial" que se esquecem muitas vezes de conhecer as coisas e as pessoas à sua volta, fazendo com que prejudique o seu cotidiano com o vício trazido pela internet, perdendo emprego ou até mesmo um relacionamento familiar. Sabendo todo o mal que a internet vem causando pessoas acabam se isolando do convívio real.

Não podemos nos tornar reféns de algo que veio para auxiliar, para aprimorar nossos conhecimentos e informações por meio dos avanços tecnológicos, nos colocando mais perto de quem está longe e estabelecendo contato com quem há um tempo não tínhamos. Há uma infinidade de conteúdo benéficos, nesse mundo virtual, basta-se escolher qual tipo de mundo quer viver. 

Integrantes do grupo:

Brendol 16239024 Cecília 1461214 Edison 16153162 Edlaine 16599403 Gabriel 16107942 Gustavo Henrique 16207661 Gustavo José 16154100 Gleyce 15606601 Karina 16488873 Peterson 16314441 Raquel 16611977

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